Black Coffee em Lisboa
Black Coffee actua este domingo no Parque Papa Francisco, em Lisboa. Conhece o line-up completo, horários, bilhetes e todos os detalhes do Open Air.
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O DJ sul-africano é o cabeça de cartaz de uma tarde que reúne Falyn, Trikk e Djeff antes da actuação que encerra o evento à meia-noite. Lisboa prepara-se para receber este domingo, 27 de setembro, um dos nomes mais reconhecidos da música electrónica internacional. Black Coffee chega à capital para um Open Air no Parque Papa Francisco, numa iniciativa da Desert Rain Agency que reúne quatro nomes ao longo de 12 horas de música. Com portas abertas a partir das 12h00, o evento prolonga-se até à meia-noite e apresenta um alinhamento construído para acompanhar a evolução da tarde até ao horário nobre, com Black Coffee responsável pelo encerramento.
Um line-up para atravessar o dia
A programação começa às 12h00 com Falyn, seguindo-se Trikk, entre as 15h00 e as 18h00. O produtor português dá lugar a Djeff, que assume a cabine entre as 18h00 e as 21h00. A partir das 21h00, chega o momento mais aguardado da noite: Black Coffee encerra o evento com um set de três horas, até à meia-noite.
Line-up
12h00 – 15h00 — Falyn
15h00 – 18h00 — Trikk
18h00 – 21h00 — Djeff
21h00 – 00h00 — Black Coffee
A estrutura do alinhamento permite uma progressão natural ao longo do dia, começando durante a tarde e aproximando-se gradualmente do horário nobre, onde Black Coffee assume a última parte da experiência.
Black Coffee regressa a Lisboa
Nascido na África do Sul, Black Coffee construiu ao longo de mais de duas décadas uma identidade musical própria, tornando-se uma das figuras mais importantes da electrónica contemporânea. A sua abordagem cruza house, deep house e elementos rítmicos associados às suas raízes sul-africanas, criando uma linguagem que acabou por ultrapassar fronteiras e chegar às principais pistas, festivais e clubes internacionais. A sua presença em Lisboa ganha agora um enquadramento diferente: um Open Air pensado para decorrer ao longo de todo o dia e que coloca o artista no último capítulo da programação.
Trikk e Djeff reforçam a programação
Antes de Black Coffee, o alinhamento apresenta dois nomes com uma ligação particular à electrónica de pista. Trikk, produtor português com uma carreira internacional consolidada, assume três horas durante a tarde, enquanto Djeff ocupa o período entre as 18h00 e as 21h00, preparando a pista para a entrada do cabeça de cartaz. A presença dos três artistas, com diferentes abordagens dentro da música electrónica, ajuda a construir uma programação que não depende exclusivamente do nome principal.
Uma tarde de música no Parque Papa Francisco
O Parque Papa Francisco, em Lisboa, será o cenário para as 12 horas de programação. O formato Open Air permite que o evento acompanhe a passagem da tarde para a noite, com a programação a começar às 12h00 e a terminar precisamente à meia-noite. Para quem procura uma experiência prolongada, a proposta é clara: chegar durante a tarde, acompanhar a evolução do alinhamento e ficar até ao encerramento de Black Coffee.
Bilhetes para Black Coffee em Lisboa
Os bilhetes encontram-se disponíveis através das plataformas oficiais associadas ao evento, estando os preços dependentes do lote disponível no momento da compra.
Data: 27 de setembro de 2026
Horário: 12h00 – 00h00
Local: Parque Papa Francisco, Lisboa
Promotor: Desert Rain Agency
Idade: 18+
Bilhetes:
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Opinião UnderMag
Há qualquer coisa de particularmente interessante em terminar setembro com uma pista ao ar livre. Depois de um verão marcado por festivais, sunsets e eventos que levaram a música electrónica para fora dos espaços tradicionais, este Open Air no Parque Papa Francisco surge quase como um último capítulo antes da chegada definitiva do outono. E o alinhamento merece atenção para além do nome de Black Coffee.
Começar às 12h00 e construir a programação ao longo de todo o dia permite que a experiência seja mais do que simplesmente esperar pelo cabeça de cartaz. Falyn abre a tarde, Trikk assume o período seguinte e Djeff prepara a pista para as três horas finais de Black Coffee. É uma estrutura simples, mas que faz sentido para um evento deste formato. Quanto a Black Coffee, a sua presença dispensa grandes apresentações. O artista conseguiu transformar uma identidade musical profundamente ligada às suas raízes numa linguagem global, mantendo uma assinatura reconhecível ao longo do percurso.
Para a UnderMag, talvez seja precisamente aí que esteja o interesse deste domingo: não apenas no nome que encerra a noite, mas na viagem que acontece até lá. Um espaço aberto, 12 horas de música e quatro artistas a construir a banda sonora de uma tarde que se transforma em noite. Lisboa dança este domingo. E Black Coffee fica responsável pelo último capítulo.
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